domingo, 30 de janeiro de 2011

Estático.

Preparado em inocência para conhecer nosso rei da glória e, então, temos isso. Você tem isso nas suas janelas secretas e você está entendendo a entender e passar adiante. É necessário notar os menores detalhes que levam a uma vida santa, que levam às emoções. É preciso dedicação. É preciso dedicação. É preciso uma morte, e só deus pode permiti-la, e você não pode fazê-lo se você não é a semente de Deus e, então, o caminho os levam a grandes corredores. Esses são os corredores que os levam à perfeição Dele. Esse é o motivo pelo qual o profeta e o remador convocados têm penetrado, que, por esse grande mar de escuridão que eu penetrei, por esses corredores, eu também passei pelo último segmento onde eu atravessei essas serpentinas negras. Eu passei pelo corredor onde eles sentavam, onde eles estavam, e, quando você chega ao mais alto nível de Deus, você acreditará que você está louco, você acreditará que ficou alienado, mas, vou te dizer, se você seguir pela janela secreta e morrer para a natureza do ego, você vai penetrar essa escuridão. Oh sim, há muitos, sejam homens ou mulheres, que foram colocados no manicômio quando isso aconteceu com eles, e eles estão sentados lá hoje. As pessoas pensam que eles são loucos, mas eles viram algo que era real e eles veêm quando estão drogados. A única diferença é que eles não veêm através da luz de Deus, e, a forma que eu te mostro, eu te mostro para ver através da luz de Deus e o entendimento de Deus, porque, quando você ver a face de Deus, você vai morrer e não haverá mais nada de você além do homem de Deus, da mulher de Deus, o homem celestial, a mulher celestial, a criança celestial. Haverá pavor neste dia de noites. Haverá uma canção de jubileu esperando pelo seu rei. Não haverá mais nada que você procurará neste mundo, a não ser pelo seu Deus. Tudo isso é um sonho, um sonho na morte.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O primeiro contato com o medo surge da imaginação. A imaginação é um ato instintivo. Ela parte da consciência, que projeta imagens semelhantes ou não do seu modelo. O instinto surge da necessidade de entender algo que não pode ser explicado pela percepção. Portanto, um objeto criado pela imaginação é diferente de um objeto percebido. O objeto percebido é incompleto, pois a percepção é sempre incompleta e restrita. Não há total entendimento sobre um objeto percebido. Por outro lado, o objeto imaginário é completo, pois permite a projeção de outros ângulos de pensamento. Mesmo que completo, este objeto não gera conhecimento além do que se pode perceber. O imaginário não é suficiente para determinar a natureza de algo, pois parte de algo que não é total e foi criado pela consciência de um. Contudo, existe uma tendência a acreditar que o imaginário é real. A insegurança e a incerteza levam um indivíduo a atribuir valores sob os pensamentos criados, moldando-os para que sejam reais dentro de sua consciência, mesmo que nunca tenham passado pela sua percepção. Com isso, cada indivíduo torna real o que o seu imaginário pensou. O fantástico é o imaginário que se fez real. Nada mais que um preenchimento de um vazio que o incomodava. Nada mais do que a fuga da escuridão de pensamento. Nada mais do que a fuga do preto e branco, pela pintura de uma parede que jamais devia ser pintada.